E lá se vai mais uma noite!
Uma brisa mais gélida...
Um gosto mais metálico...
Um sussurro que não estava ali!
A espera sempre dilacerante!
O tempo que outrora voava,
Hoje custa a passar
A cada nova fincada sentida.
Entre placebos e paliativos,
Palhaçarias e patifarias,
Sigo paciente,
A espera do inevitável.
Dois buquês meio murchos,
Um coala de pelúcia,
100 g de chocolate meio amargo,
E mais alguns instantes!
Eis que numa longa inspiração,
Meio a uma explosão de cores
E a um emaranhado de sensações,
Finalmente vou ao seu encontro!
Esvoaçante como uma fada,
Tranquila como o mar de rosas,
Aconchegante como colo de mãe...
Ainda não te conheço, senhorita,
Mas agora, queira me possuir...
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